Espera-me sim mas, só quando o sol nascer.
Preciso de sonhar, é-me imperioso sonhar, e só o consigo fazer de noite, ou no fim de uma tarde de nevoeiro, sem vento, o cheiro da terra molhada, o arrepio da pele molhada, ou seja, acompanhado comigo na calada da noite, no silêncio da minha alma, que é com quem eu gosto de comentar os meus sonhos.
Quando o sol nasce, a sensibilidade adormece e o sonho desvanece-se, dilui-se!
AMORES CLANDESTINOS
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https://www.livrariaatlantico.com/palavras-soltas/amores-clandestinos

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