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AnúnciosHá dias em que parece que o mundo está a andar rápido demais. Notícias a cair como chuva, opiniões a voar como drones, expectativas a empurrar-nos para sítios onde nem sabemos se queremos estar. E no meio disto tudo… nós. Jovens, quase-jovens, jovens-por-dentro, todos a tentar perceber como se vive neste caos organizado que chamamos
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AnúnciosHá noites em que o corpo está deitado… mas a cabeça está em modo Wi‑Fi sem password: ligada a tudo e a nada ao mesmo tempo. Ficas ali, a olhar para o tecto, a fazer scroll mental infinito, a tentar perceber onde encaixas no meio desta realidade meio caótica, meio bonita, meio confusa, tipo vida
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AnúnciosA realidade actual não é um filme, mas às vezes parece. Estamos todos a tentar perceber o mundo enquanto o mundo muda mais depressa do que conseguimos dizer “calma”. E no meio disto tudo, há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola: viver no agora sem perder o rumo.Hoje crescemos com notificações a piscar,
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AnúnciosA realidade actual às vezes parece um daqueles jogos difíceis em que estamos sempre a levar com níveis novos antes de percebermos o anterior. Mas, no meio deste caos todo, há uma coisa que nunca desaparece: a criança que vive dentro de nós.Sim, essa mesma. A que ria alto sem vergonha. A que acreditava que
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AnúnciosHá dias em que parece que estamos todos a caminhar como sonâmbulos. Não é drama, é só… a realidade actual. Acordamos, mexemos no telemóvel, fazemos scroll infinito, rimos de um meme, ficamos tristes com uma notícia, fingimos que está tudo bem, e seguimos. Sempre a seguir. Sempre a correr. Sempre a sentir que falta qualquer
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AnúnciosSonhar acordado, hoje em dia, é quase um acto de resistência. No meio de notificações, prazos, expectativas e aquela pressão invisível que todos sentimos mas ninguém admite, ainda existe um espaço pequenino, mas poderoso, onde a cabeça foge para longe e o coração lembra quem somos. E é aí que a magia começa.A verdade é
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AnúnciosSaudade. Essa palavra que só nós temos… e que às vezes pesa mais do que a mochila cheia de livros numa segunda‑feira de manhã.A verdade é que a saudade aparece sem pedir licença. Entra, senta‑se no sofá da nossa cabeça e começa a mexer nas memórias como quem folheia um álbum antigo. E o mais
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AnúnciosVivemos num mundo onde toda a gente corre, mas quase ninguém sabe para onde. Onde há milhões de vozes, mas poucas realmente se ouvem. Onde há tecnologia para tudo, menos para curar aquilo que nos dói cá dentro. Onde mostramos sorrisos nas redes, mas guardamos tempestades no peito.Pobre mundo… não porque esteja perdido, mas porque






