resiliência
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Relógio Dúvidas, medos, incertezas,…Anda, despe de ti todas essas dúvidas, medos, incertezas, manda tudo o que te apoquenta e te inquieta para bem longe de ti.Anda, vem daí vestir-te com as certezas, afugentar esses teus medos e receios e vem ser feliz.O relógio está contar, o tempo não pára, não abranda e nem volta atrás.
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Há dias em que parece que o mundo está a andar rápido demais. Notícias a cair como chuva, opiniões a voar como drones, expectativas a empurrar-nos para sítios onde nem sabemos se queremos estar. E no meio disto tudo… nós. Jovens, quase-jovens, jovens-por-dentro, todos a tentar perceber como se vive neste caos organizado que chamamos
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A realidade actual não é um filme, mas às vezes parece. Estamos todos a tentar perceber o mundo enquanto o mundo muda mais depressa do que conseguimos dizer “calma”. E no meio disto tudo, há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola: viver no agora sem perder o rumo.Hoje crescemos com notificações a piscar,
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Sonhar acordado, hoje em dia, é quase um acto de resistência. No meio de notificações, prazos, expectativas e aquela pressão invisível que todos sentimos mas ninguém admite, ainda existe um espaço pequenino, mas poderoso, onde a cabeça foge para longe e o coração lembra quem somos. E é aí que a magia começa.A verdade é
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Vivemos num mundo onde toda a gente corre, mas quase ninguém sabe para onde. Onde há milhões de vozes, mas poucas realmente se ouvem. Onde há tecnologia para tudo, menos para curar aquilo que nos dói cá dentro. Onde mostramos sorrisos nas redes, mas guardamos tempestades no peito.Pobre mundo… não porque esteja perdido, mas porque
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Um mergulho profundo na solidão, não como vazio, mas como o lugar onde finalmente te encontras. Clica e lê o texto completo.
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A vida não pára.Segue sempre, mesmo quando nós ficamos ali, presos nas memórias que não desbotam.As paixões que nunca aconteceram continuam intactas, como se esperassem a nossa coragem.As amizades que deixámos pelo caminho ficam guardadas num canto qualquer do peito, não desaparecem, só ficam à espera de um reencontro que talvez nunca venha.E não, não







