movimento
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Há dias em que parece que o mundo está a andar depressa demais. Tudo muda, tudo exige, tudo cobra. E nós? Nós tentamos acompanhar, mesmo quando o peito pesa e a cabeça grita “calma”.A verdade é que estamos a viver numa era estranha: hiperligados, mas muitas vezes sozinhos; cheios de informação, mas com falta de
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Há momentos em que a vida parece uma autêntica hora de ponta. Tudo a acontecer ao mesmo tempo, tudo a pedir resposta imediata, tudo a empurrar-nos para a frente mesmo quando só queríamos um minuto para respirar.E nós? Nós vamos ali, no meio do caos, a tentar não tropeçar nos nossos próprios pensamentos.A realidade actual
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Há dias em que parece que o mundo está a andar rápido demais. Notícias a cair como chuva, opiniões a voar como drones, expectativas a empurrar-nos para sítios onde nem sabemos se queremos estar. E no meio disto tudo… nós. Jovens, quase-jovens, jovens-por-dentro, todos a tentar perceber como se vive neste caos organizado que chamamos
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A realidade actual não é um filme, mas às vezes parece. Estamos todos a tentar perceber o mundo enquanto o mundo muda mais depressa do que conseguimos dizer “calma”. E no meio disto tudo, há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola: viver no agora sem perder o rumo.Hoje crescemos com notificações a piscar,
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A realidade actual às vezes parece um daqueles jogos difíceis em que estamos sempre a levar com níveis novos antes de percebermos o anterior. Mas, no meio deste caos todo, há uma coisa que nunca desaparece: a criança que vive dentro de nós.Sim, essa mesma. A que ria alto sem vergonha. A que acreditava que
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Sonhar acordado, hoje em dia, é quase um acto de resistência. No meio de notificações, prazos, expectativas e aquela pressão invisível que todos sentimos mas ninguém admite, ainda existe um espaço pequenino, mas poderoso, onde a cabeça foge para longe e o coração lembra quem somos. E é aí que a magia começa.A verdade é
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Durante quase cinquenta anos, parecia que tudo tinha adormecido. Um sono pesado, daqueles que fecham portas por dentro e deixam o mundo à espera. Mas o sonho, teimoso, resistente, quase teimosia de criança, recusou morrer. Meio partido, meio cansado, levantou-se. Respirou fundo. E voltou.Explodiu como um vulcão que esteve demasiado tempo calado. Arrombou a porta,
