Humanidade
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Nos últimos tempos, Portugal tem vivido dias estranhos. Dias de vento que uiva pelas janelas, chuva que não acaba, rios que transbordam, estradas cortadas, casas alagadas, gente com medo de perder o pouco que tem. Do Algarve ao Minho, do litoral ao interior, parece que o céu decidiu despejar tudo de uma vez.Mas, no meio
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A realidade actual parece um daqueles filmes em que ninguém sabe muito bem quem escreveu o guião… mas todos nós estamos a representar nele. Há dias em que tudo parece rápido demais, outros em que o mundo parece parado, como se estivesse à espera que alguém carregue no play. E no meio disto tudo estamos
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Há dias em que parece que o mundo está a andar depressa demais. Tudo muda, tudo exige, tudo cobra. E nós? Nós tentamos acompanhar, mesmo quando o peito pesa e a cabeça grita “calma”.A verdade é que estamos a viver numa era estranha: hiperligados, mas muitas vezes sozinhos; cheios de informação, mas com falta de
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Há momentos em que a vida parece uma autêntica hora de ponta. Tudo a acontecer ao mesmo tempo, tudo a pedir resposta imediata, tudo a empurrar-nos para a frente mesmo quando só queríamos um minuto para respirar.E nós? Nós vamos ali, no meio do caos, a tentar não tropeçar nos nossos próprios pensamentos.A realidade actual
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Vivemos num mundo onde tudo acontece ao mesmo tempo, notícias que mudam em minutos, expectativas que pesam nos ombros, comparações que aparecem sem pedirmos, e aquela sensação estranha de que estamos sempre a correr… mas sem saber bem para onde.E mesmo assim, continuamos aqui. A tentar. A cair e a levantar. A fingir que sabemos
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Às vezes o mundo faz barulho demais. Barulho nas notícias, barulho nas redes, barulho nas conversas que não dizem nada. E nós, no meio disto tudo, a tentar perceber quem somos, para onde vamos e o que é que realmente importa.E a verdade é que vivemos numa realidade meio estranha: temos tudo à distância de
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Há dias em que parece que o mundo está a andar rápido demais. Notícias a cair como chuva, opiniões a voar como drones, expectativas a empurrar-nos para sítios onde nem sabemos se queremos estar. E no meio disto tudo… nós. Jovens, quase-jovens, jovens-por-dentro, todos a tentar perceber como se vive neste caos organizado que chamamos
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A realidade actual não é um filme, mas às vezes parece. Estamos todos a tentar perceber o mundo enquanto o mundo muda mais depressa do que conseguimos dizer “calma”. E no meio disto tudo, há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola: viver no agora sem perder o rumo.Hoje crescemos com notificações a piscar,
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A realidade actual às vezes parece um daqueles jogos difíceis em que estamos sempre a levar com níveis novos antes de percebermos o anterior. Mas, no meio deste caos todo, há uma coisa que nunca desaparece: a criança que vive dentro de nós.Sim, essa mesma. A que ria alto sem vergonha. A que acreditava que
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Há dias em que parece que estamos todos a caminhar como sonâmbulos. Não é drama, é só… a realidade actual. Acordamos, mexemos no telemóvel, fazemos scroll infinito, rimos de um meme, ficamos tristes com uma notícia, fingimos que está tudo bem, e seguimos. Sempre a seguir. Sempre a correr. Sempre a sentir que falta qualquer
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Sonhar acordado, hoje em dia, é quase um acto de resistência. No meio de notificações, prazos, expectativas e aquela pressão invisível que todos sentimos mas ninguém admite, ainda existe um espaço pequenino, mas poderoso, onde a cabeça foge para longe e o coração lembra quem somos. E é aí que a magia começa.A verdade é



