Força
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A realidade actual não é um filme, mas às vezes parece. Estamos todos a tentar perceber o mundo enquanto o mundo muda mais depressa do que conseguimos dizer “calma”. E no meio disto tudo, há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola: viver no agora sem perder o rumo.Hoje crescemos com notificações a piscar,
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Vivemos num mundo onde toda a gente corre, mas quase ninguém sabe para onde. Onde há milhões de vozes, mas poucas realmente se ouvem. Onde há tecnologia para tudo, menos para curar aquilo que nos dói cá dentro. Onde mostramos sorrisos nas redes, mas guardamos tempestades no peito.Pobre mundo… não porque esteja perdido, mas porque
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Um mergulho profundo na solidão, não como vazio, mas como o lugar onde finalmente te encontras. Clica e lê o texto completo.
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A vida não pára.Segue sempre, mesmo quando nós ficamos ali, presos nas memórias que não desbotam.As paixões que nunca aconteceram continuam intactas, como se esperassem a nossa coragem.As amizades que deixámos pelo caminho ficam guardadas num canto qualquer do peito, não desaparecem, só ficam à espera de um reencontro que talvez nunca venha.E não, não
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Durante quase cinquenta anos, parecia que tudo tinha adormecido. Um sono pesado, daqueles que fecham portas por dentro e deixam o mundo à espera. Mas o sonho, teimoso, resistente, quase teimosia de criança, recusou morrer. Meio partido, meio cansado, levantou-se. Respirou fundo. E voltou.Explodiu como um vulcão que esteve demasiado tempo calado. Arrombou a porta,
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Nem sei bem como te chamar. Nem preciso. Tu apareces sem convite, fruto das minhas inseguranças e das incertezas que me perseguem. E, mesmo sem querer, acabo por te dar as boas-vindas vezes sem conta.Mas olha: quero que saibas que me travas. Que me afastas do melhor que há em mim. Levantas muros entre a








