evolução
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Vivemos num mundo onde toda a gente corre, mas quase ninguém sabe para onde. Onde há milhões de vozes, mas poucas realmente se ouvem. Onde há tecnologia para tudo, menos para curar aquilo que nos dói cá dentro. Onde mostramos sorrisos nas redes, mas guardamos tempestades no peito.Pobre mundo… não porque esteja perdido, mas porque
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Um mergulho profundo na solidão, não como vazio, mas como o lugar onde finalmente te encontras. Clica e lê o texto completo.
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Durante quase cinquenta anos, parecia que tudo tinha adormecido. Um sono pesado, daqueles que fecham portas por dentro e deixam o mundo à espera. Mas o sonho, teimoso, resistente, quase teimosia de criança, recusou morrer. Meio partido, meio cansado, levantou-se. Respirou fundo. E voltou.Explodiu como um vulcão que esteve demasiado tempo calado. Arrombou a porta,




