Há quem diga que o mundo está virado do avesso. Mas, se pensares bem, talvez o mundo esteja só a mostrar a sua verdadeira cara e nós é que andávamos distraídos.
Vivemos numa era estranha: tudo muda rápido, tudo parece urgente, tudo parece demais. E, ao mesmo tempo, nunca tivemos tantas oportunidades, tanta liberdade, tanta capacidade de criar o nosso próprio caminho. É como viver num jogo em modo difícil… mas com superpoderes desbloqueados.
E é aqui que entra o “louco perfeito”.
O louco perfeito não é aquele que perdeu o juízo. É o que o encontrou. É quem percebeu que, para sobreviver à realidade actual, é preciso um toque de loucura. Aquela loucura que te faz acreditar em ti quando ninguém acredita. Aquela loucura que te faz tentar outra vez quando tudo correu mal. Aquela loucura que te faz rir no meio do caos, porque sabes que, no fundo, estás a aprender a dançar com ele.
O louco perfeito é quem olha para o mundo e diz: “Está difícil? Está. Mas eu também estou.” E segue em frente.
Porque a verdade é esta: ser normal já não chega. Normal é sobreviver. Loucura é viver.
E nós merecemos viver com força, com propósito, com aquela chama que não se explica, só se sente.
A realidade actual pode ser pesada, confusa, injusta, acelerada. Mas também é o palco perfeito para quem tem coragem de ser diferente, de pensar fora da caixa, de arriscar, de falhar, de tentar outra vez, de criar algo novo, de ser a versão mais honesta e mais ousada de si próprio.
No meio de tanta pressão, tanta comparação, tanta expectativa, o louco perfeito é quem escolhe ser real. Quem escolhe sentir. Quem escolhe não desistir. Quem escolhe acreditar que ainda vale a pena.
E vale mesmo.
Porque o mundo precisa de gente assim: Gente que transforma. Gente que inspira. Gente que não tem medo de ser intensa, profunda, verdadeira. Gente que, mesmo a tropeçar, continua a caminhar.
Se isto te soa familiar… parabéns. És um louco perfeito. E ainda bem.
O mundo actual pode ser um caos, mas tu és a faísca que o ilumina.


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