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Força que persiste

Perdido num vazio, sinto o vento a rasgar-me por dentro. Um espaço impaciente, onde as ondas rebentam contra mim como gritos de sufoco. Olho o céu e vejo estrelas, não são só luz, são promessas, são esperanças que me trouxeram até aqui.
Aqui não há sorte, nem sinais divinos. Só areia que se molda como a minha alma: instável, sem certezas, sem garantias de paz.
A mente não se cala, grita: o tempo corre, já correu. Sou alma que sente, que não desiste, que insiste. Sou força que resiste, sou calma que persiste. Sou alma.

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