O sol, as estrelas, a lua, as ondas, a brisa e o mar, tudo junto, como se fosse um mural gigante que mistura passado, presente e futuro. Um piscar de olhos na noite já chega para ver o sonho a rebentar em cores, a pintar a vida e a dar aquele sopro que nos mantém de pé. É a corda que segura o teu giro no mundo.
Cada badalada é tipo um “teletransporte”: ela dispara sem mapa nem GPS, atravessa universos onde só a mente e a alma sabem viver. A incerteza? Sempre lá. Mas é na pausa da noite que encontramos o nosso canto: eterno, secreto, capaz de nos lançar para longe ou puxar-nos de volta ao início.
O horizonte devolve reflexos, a noite estica-se, e o sonho aparece como uma linha fininha entre o agora e o amanhã. É nesse fio invisível que dançamos, meio perdidos, meio encontrados, entre o que já passou e o que ainda pode nascer.

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