Setembro de 2025 traz consigo uma das obras mais aguardadas do ano: Arundhati Roy, vencedora do prestigiado Booker Prize, lança o seu primeiro livro de memórias, intitulado Mother Mary Comes to Me.
Conhecida pela escrita intensa e pela coragem de abordar temas sociais e políticos sem filtros, Roy abre agora uma janela íntima para a sua própria vida. O livro mergulha na relação profunda com a mãe, explorando a infância em Kerala, as transformações da juventude em Delhi e a forma como essas vivências moldaram não apenas a escritora, mas também a mulher e a ativista que todos conhecemos.
Mais do que um simples relato pessoal, este é um testemunho de amor, dor, perda, pertença e resistência. Roy transporta o leitor para dentro das suas memórias, num texto que promete ser ao mesmo tempo confessional e universal — porque todos carregamos pedaços de infância, silêncios da família e marcas de quem nos ensinou a ser quem somos.
Um lançamento que pode transformar-se em fenómeno global
Com a reputação de Arundhati Roy, é esperado que este livro desperte debates em jornais, podcasts, clubes de leitura e, claro, nas redes sociais. O impacto vai muito além da literatura: é sobre identidade, sobre memória coletiva, sobre a forma como a história pessoal se entrelaça com a história do mundo.
Uma leitura que promete ficar
Mãe, memórias, luta e amor. É difícil não se reconhecer em pelo menos uma destas palavras. E talvez seja por isso que este lançamento já é considerado um dos mais importantes do ano.
Em tempos de velocidade e distração, a escrita de Arundhati Roy convida-nos a parar, a olhar para dentro e a lembrar que, no fim, todos somos feitos de histórias — as nossas e as que herdámos.
Este é o tipo de livro que não só se lê, como se partilha. Porque fala de todos nós.
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